terça-feira, 3 de junho de 2008

ODE ONDE

ode
onde
aonde
tudo
ao
menos
meus pêlos,
meus apelos,
nada
ainda...

Ode
onde
a onda
quebra-se
branda-se
buscando
andar
seguir
ou ir
ouvir...

ode
pode
vá !
Vamos
pois podemos
até onde ?
Não saberemos...
Mas iremos,
talvez serenos,
ou nesta tal vez, intensos
na tensão
de sabermos que somos
ora tomos,
ora sãos.

Um comentário:

Élcia disse...

o meu poeta que escreve coisas tão lindas!!!!!
to aqui um tempão..no seu blog..não me canso de ler..seus poemas...

bjus meu lindo!!!